O fluxo de veículos em um dos pontos mais movimentados de João Pessoa passa por alterações significativas a partir desta etapa das obras de construção do Viaduto do Bairro das Indústrias. A intervenção, que faz parte do projeto de mobilidade urbana na Capital, exige atenção redobrada dos motoristas que trafegam pela região da BR-101 e vias adjacentes.
A principal alteração atinge quem se desloca no sentido Recife-João Pessoa (Sul para o Norte). O acesso direto para o Bairro das Indústrias através da alça tradicional está temporariamente modificado devido ao avanço das frentes de trabalho no canteiro central e nas estruturas de suporte do novo viaduto.
Para garantir a segurança e a continuidade dos serviços, os condutores que desejam entrar no bairro precisam agora seguir pela rodovia principal e realizar o retorno no Viaduto de Oitizeiro. Após contornar a alça de retorno, o motorista deverá voltar pela BR-101 no sentido oposto para, então, acessar a entrada da localidade.
As mudanças foram planejadas em conjunto com os órgãos de trânsito e infraestrutura. O local está devidamente sinalizado com placas indicativas, cones e barreiras para orientar os condutores sobre os desvios.
A recomendação das autoridades, incluindo a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob-JP) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), é que os motoristas planejem o trajeto com antecedência para evitar atrasos, especialmente nos horários de pico, quando o volume de veículos na BR-101 é intensificado.
A construção do Viaduto do Bairro das Indústrias é vista como uma solução para os constantes congestionamentos e gargalos na intersecção das rodovias federais que cortam a capital paraibana. Quando concluída, a estrutura permitirá um fluxo livre, eliminando cruzamentos perigosos e reduzindo o tempo de deslocamento entre os bairros da Zona Sul e o Distrito Industrial.
A fase atual concentra-se na infraestrutura pesada, o que demanda o isolamento de áreas próximas às faixas de rolamento. Não há, até o momento, uma previsão exata para a liberação total do trecho original, visto que o cronograma depende do ritmo das concretagens e do içamento de vigas.


