Marcello Camargo, filho da apresentadora Hebe Camargo, voltou a criticar a entrada de criadores de conteúdo na antiga mansão onde viveu com a mãe, no Morumbi, zona sul de São Paulo. Em publicação nas redes sociais, ele esclareceu novamente que a residência, hoje em ruínas, pertencia a Lélio Ravagnani, segundo marido de Hebe, e não à apresentadora.
Segundo Marcello, ele e a mãe deixaram a casa em 2000, ano da morte de Lélio, e nunca mais voltaram a morar no local. A residência continua despertando curiosidade nas redes sociais por causa do estado de deterioração e dos vídeos feitos em seu interior.
Filho de Hebe critica gravações no imóvel
Marcello afirmou estar cansado de precisar esclarecer repetidamente a quem pertencia a mansão.
“Pela milionésima vez eu venho aqui dizer que não era da minha mãe, não era da Hebe Camargo. Era, sim, do Lélio, marido dela, que faleceu no ano 2000”, declarou.
Ele também criticou pessoas que, segundo sua versão, entram na propriedade para gravar imagens e publicar o material nas redes sociais.
“As pessoas invadem a propriedade, ficam filmando lá dentro, sabe, para ganhar seguidores”, afirmou.
A quem pertencia a mansão?
A residência foi construída por Lélio Ravagnani na década de 1970. Hebe viveu no imóvel com o marido durante aproximadamente 21 anos, até a saída da família em 2000.
Informações publicadas pelo UOL/Estadão indicam que Lélio doou a propriedade ainda em vida aos filhos, Lélio Ravagnani Filho e Leila Ione Ravagnani Souza Barros. Após a morte do empresário, o imóvel permaneceu vinculado à família Ravagnani.
A casa possui 962 metros quadrados de área construída e foi objeto de disputa judicial. Em 2025, chegou a ser incluída em uma tentativa de leilão relacionada a uma cobrança contra empresas ligadas à família. Naquele ano, a VEJA informou que a venda estava suspensa provisoriamente enquanto o caso aguardava definição judicial.
Marcello diz que não pode processar quem entra na casa
Ao comentar as gravações, o filho da apresentadora afirmou que não pode acionar judicialmente as pessoas que entram no local por não ser o proprietário.
“A maior prova de que não é minha é que eu não posso processar, porque não é minha. Porque se fosse minha, eu processava”, declarou.
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