Sete detentos tentaram deixar a penitenciária em João Pessoa usando documentos com assinaturas forjadas de magistrados.
A Polícia Civil da Paraíba instaurou um inquérito para apurar uma tentativa de saída irregular de sete detentos da Penitenciária de Segurança Máxima Doutor Romeu Gonçalves de Abrantes (PB1), em João Pessoa. O grupo teria utilizado alvarás de soltura falsificados para tentar deixar a unidade prisional.
A investigação teve início após uma requisição oficial feita pela Vara de Execuções Penais da Capital. Diante do pedido do Poder Judiciário, a Delegacia-Geral da Polícia Civil designou a Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO) para assumir as diligências do caso.
Foco das investigações
O objetivo principal da apuração é analisar a conduta direta dos sete apenados envolvidos na tentativa de saída. Além disso, os agentes buscam identificar as pessoas responsáveis por elaborar e entregar os documentos fraudulentos aos policiais penais que atuam no presídio.
Segundo as informações iniciais, os alvarás apresentados na unidade continham assinaturas totalmente falsificadas. Os criminosos chegaram a atribuir as rubricas forjadas a magistrados, o que levantou fortes suspeitas sobre a autenticidade da documentação.
Integração institucional
A descoberta das falsificações motivou uma rápida atuação integrada entre os órgãos de segurança para impedir a liberação dos presos. O inquérito segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias e apontar se há outros indivíduos envolvidos no esquema.


